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Inventados pelos chineses, os fogos de artifício ganharam o mundo.
Arte da pirotecnia, emprego do fogo. Tudo começou com os chineses, quando há cerca de mil anos inventaram a pólvora. A fórmula da substância explosiva só foi desenvolvida pelo ocidente no século XIII, pelo monge inglês Roger Bacon. Sua produção foi aperfeiçoada no século XVIII, quando o químico Antonie Laurent desenvolveu uma técnica para sintetizar salitre, que até aí era obtido de forma primitiva, em grandes quantidades.
Os fogos de artifícios, além dos componentes da pólvora, salitre, carvão e enxofre, outras substâncias que possibilitam as variações de cores e efeitos. Para o estouro acontecer, é preciso que ocorra a quebra das ligações químicas da pólvora visando à estabilidade. Na combustão, esta energia pode ser liberada na forma de luz, calor ou som.
Se a pólvora entra com a luz e com o lançamento do artefato ás centenas de metros necessários, os elementos químicos presentes nas cápsulas denominadas baladas entram com as cores. Isso porque produzem ondas de energia com formatos diferentes e que são captadas por nós como cores distintas. Cobre faz o azul, lítio o vermelho, bário o verde e magnésio, a prata.
Quando você assistir á queima de fogos, lembre que não está vendo apenas cores no céu, mas testemunhando reações químicas que podem inspirar muitas questões durante seu aprendizado em seu Curso de Engenharia Química oferecido pela Faculdade Pio Décimo, aliás, a Faculdade oferece a Licenciatura em Química e a Engenharia Química.
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